AGENTES ECONÔMICOS
Os agentes econômicos são as pessoas ou grupo de pessoas que fazem a economia funcionar na prática. São as pessoas que dão valor às mercadorias, produtos e aos serviços e estabelecem as trocas uns com os outros. Em economias modernas e complexas como as que existem hoje, as pessoas desempenham diversos papéis. Ora são trabalhadores e consumidores, ora são dirigentes de entidades que agem de acordo com os interesses das organizações que representam. Portanto, convém definir os principais atores de uma economia, pois cada um tem diferentes objetivos e incentivos e influencia a economia de maneira particular.
AUTÔNOMO
Trabalhador sem vínculo que oferece os serviços ou mercadorias que produz por conta própria diretamente a seus clientes, sem a intermediação de um empregador ou empresa. Encaixam-se nesta categoria desde médicos e advogados, quando têm o próprio consultório ou escritório - conhecidos como profissionais liberais -, até os taxistas que dirigem o próprio veículo e os empreiteiros. Em certos setores da atividade econômica, trabalhadores avulsos são chamados de "PJ" - pessoa jurídica -, pois formalizam contratos de prestação de serviços como microempresas.
ASSALARIADO
Pessoa que trabalha por uma remuneração definida por determinado período - hora, dia ou mês - denominada salário. A palavra salário deriva do latim e remonta a uma época da Antiguidade na qual não havia moeda, e o sal era usado como representante do valor das coisas.
SALÁRIO MÍNIMO - O menor salário que pode ser pago por lei a qualquer trabalhador por um empregador. O salário mínimo vigente no Brasil é de 937 reais por mês.
SINDICATO - Agremiação fundada para a defesa de interesses comuns de seus aderentes, principalmente os econômicos, tais como empregos, salário, condições de trabalho e benefícios. O sindicato profissional reúne pessoas que exercem a mesma profissão, ou trabalham no mesmo ramo econômico, e se divide basicamente em dois tipos: o sindicato patronal, constituído pelas empresas de um setor; e o sindicato operário, formado por empregados. No Brasil, os sindicatos de empregados organizam-se por setor da economia ou por categoria profissional e têm suas normas gerais de funcionamento determinadas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
EMPRESA
Organização de capital e de trabalho emprenhada em alguma atividade econômica. Há várias formas de organizar empresas, e cada uma implica diferentes direitos e deveres. Algumas das principais são:
SOCIEDADE ANÔNIMA - Ou S.A., também chamada de Sociedade por Ações, empresa cujo capital é dividido em partes iguais, chamadas ações, emitidas pela empresa e compradas por cada sócio ou acionista. Cada ação recebe uma parcela proporcional dos lucros distribuídos. Em termos de poder decisório, cada ação representa um voto. A ação é um bem que pertence ao acionista e que ele pode vender, mas o acionista só é responsável, perante credores da empresa, pelo valor subscrito à empresa na compra original da ação. Ações de uma S.A. podem ser negociadas na bolsa de valores com autorização da Comissão de Valores Mobiliários. Quando a empresa tem ações em bolsa, é chamada empresa aberta; quando não, empresa fechada.
SOCIEDADE COOPERATIVA - Ou simplesmente cooperativa, é uma empresa constituída por trabalhadores. Numa cooperativa, cada sócio tem direito a apenas um voto e sua participação no eventual capital da sociedade não pode ser transferida a terceiros. Os lucros são distribuídos segundo o valor das operações feitas pelos sócios com a cooperativa.
SOCIEDADE LIMITADA - Ou Ltda., é uma empresa regida por um contrato que define seu capital social. Nela, a responsabilidade dos sócios sobre as dívidas e prejuízos é limitada ao valor do capital social. A participação de cada sócio é definida por cotas, que podem ser iguais ou desiguais.
segunda-feira, 26 de junho de 2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
CURSO DE LIDERANÇA E FORMAÇÃO POLÍTICA - MÓDULO ECONOMIA - 7ª AULA
CONTABILIDADE
Nível mais básico de estudo microeconômico, que diz respeito às informações que se colhem e aos cálculos que se fazem para medir o valor gerado por uma atividade econômica durante certo período. O termo também se refere ao registro dessas informações para medir sua evolução no tempo ou comparar com outras atividades. Veja a seguir alguns conceitos da área:
ORÇAMENTO - Cálculo prévio das receitas e despesas previstas para determinada atividade econômica em um período.
RECEITA - Soma de valores que uma pessoa ou entidade recebe, dentro de certo espaço de tempo, em razão de suas atividades econômicas. Em geral, são contabilizados dois tipos de receita. A receita bruta é o total que se recebe, sem nenhuma dedução ou subtração de custos ou despesas. Para calcular a receita líquida, são descontados os custos diretamente relacionados à venda, como impostos sobre vendas.
DESPESA - Uso de recursos que têm valor na operação de uma atividade econômica, também conhecida como gasto ou dispêndio. Distingue-se de custo por não ser diretamente vinculado à mercadoria ou serviço que é objeto de uma transação.
LUCRO - O proveito que se tira de uma atividade econômica. Mais especificamente, é o ganho que se obtém, o que sobra das receitas depois de descontadas as despesas. Em geral, são contabilizados dois tipos de lucro. O lucro bruto é a diferença entre o preço de venda de um bem ou serviço e o custo de sua aquisição ou produção, sem dedução das despesas relacionadas a outras operações. Lucro líquido é o que resta depois de considerados todos os custos e despesas. A principal medida de lucro usada atualmente por empresas é o Ebitda (sigla, em inglês, para Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, ou seja, Ganhos Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização), que representa o lucro líquido diretamente relacionado à atividade econômica, sem considerar receitas nem despesas provenientes de outras fontes, como juros que resultam de operações financeiras, pagamento de impostos e depreciação e amortização.
PREJUÍZO - Ocorre quando os custos e as despesas superam receitas ou quando há um dano ao patrimônio.
DÉFICIT - Excesso da despesa em relação à receita em um orçamento ou atividade econômica - um resultado negativo. Em geral, é um termo usado em referência às contas públicas ou ao resultado de entidades sem fins lucrativos.
SUPERÁVIT - Excedente de receita em relação a gasto em um orçamento ou atividade econômica - um resultado positivo. Em geral, é um termo usado em referência às contas públicas ou aos resultados de entidades sem fins lucrativos.
AMORTIZAÇÃO - A contabilização gradual e parcelada de valores investidos em ativos fixos. A finalidade contábil da amortização é refletir a realidade de que ativos fixos têm um preço alto , mas contribuem no decorrer do tempo para a prática de uma atividade econômica. Depreciação é a redução contábil gradual do valor de um ativo fixo com o objetivo de registrar sua deterioração ou sua tendência à obsolência.
DÍVIDA
Obrigação de pagar algum valor a outra pessoa ou entidade ou o valor que é objeto de tal obrigação. Esse termo se refere, também, ao conjunto de instrumentos que possibilitam obter capital - com a obrigação de devolução posterior e, em geral, com acréscimos - para criar ou ampliar uma atividade econômica.
DÉBITO - Valor que um indivíduo ou entidade tem de pagar a um terceiro.
PASSIVO - Conjunto das dívidas, encargos e obrigações de uma pessoa ou entidade.
RETORNO SOBRE INVESTI,MENTO
Lucro ou valor excedente total gerado, depois de determinado tempo, por uma atividade financeira, além do capital que foi empregado, ou investido, para conseguir realizá-la.
RISCO
Em economia, é a possibilidade, incerta mais previsível, de que eventos futuros possam ocasionar perda de parte ou de todo o capital usado em determinada atividade econômica.
RISCO-PAÍS - Conceito que diz repeito ao grau de incerteza associado a investimentos feitos em determinado país que abrange riscos mercadológicos, jurídicos, climáticos e sociais, entre outros. No Brasil, é frequentemente confundido com um índice financeiro elaborado pelo banco J.P. Morgan, chamado Emerging Markets Bond Index, ou seja, Índice de Bônus dos Mercados Emergentes, que mede o grau de risco de não pagamento de títulos da dívida externa emitidos por governos de países emergentes, com base nas transações que envolvem esses títulos em bolsas nos Estados Unidos.
Nível mais básico de estudo microeconômico, que diz respeito às informações que se colhem e aos cálculos que se fazem para medir o valor gerado por uma atividade econômica durante certo período. O termo também se refere ao registro dessas informações para medir sua evolução no tempo ou comparar com outras atividades. Veja a seguir alguns conceitos da área:
ORÇAMENTO - Cálculo prévio das receitas e despesas previstas para determinada atividade econômica em um período.
RECEITA - Soma de valores que uma pessoa ou entidade recebe, dentro de certo espaço de tempo, em razão de suas atividades econômicas. Em geral, são contabilizados dois tipos de receita. A receita bruta é o total que se recebe, sem nenhuma dedução ou subtração de custos ou despesas. Para calcular a receita líquida, são descontados os custos diretamente relacionados à venda, como impostos sobre vendas.
DESPESA - Uso de recursos que têm valor na operação de uma atividade econômica, também conhecida como gasto ou dispêndio. Distingue-se de custo por não ser diretamente vinculado à mercadoria ou serviço que é objeto de uma transação.
LUCRO - O proveito que se tira de uma atividade econômica. Mais especificamente, é o ganho que se obtém, o que sobra das receitas depois de descontadas as despesas. Em geral, são contabilizados dois tipos de lucro. O lucro bruto é a diferença entre o preço de venda de um bem ou serviço e o custo de sua aquisição ou produção, sem dedução das despesas relacionadas a outras operações. Lucro líquido é o que resta depois de considerados todos os custos e despesas. A principal medida de lucro usada atualmente por empresas é o Ebitda (sigla, em inglês, para Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, ou seja, Ganhos Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização), que representa o lucro líquido diretamente relacionado à atividade econômica, sem considerar receitas nem despesas provenientes de outras fontes, como juros que resultam de operações financeiras, pagamento de impostos e depreciação e amortização.
PREJUÍZO - Ocorre quando os custos e as despesas superam receitas ou quando há um dano ao patrimônio.
DÉFICIT - Excesso da despesa em relação à receita em um orçamento ou atividade econômica - um resultado negativo. Em geral, é um termo usado em referência às contas públicas ou ao resultado de entidades sem fins lucrativos.
SUPERÁVIT - Excedente de receita em relação a gasto em um orçamento ou atividade econômica - um resultado positivo. Em geral, é um termo usado em referência às contas públicas ou aos resultados de entidades sem fins lucrativos.
AMORTIZAÇÃO - A contabilização gradual e parcelada de valores investidos em ativos fixos. A finalidade contábil da amortização é refletir a realidade de que ativos fixos têm um preço alto , mas contribuem no decorrer do tempo para a prática de uma atividade econômica. Depreciação é a redução contábil gradual do valor de um ativo fixo com o objetivo de registrar sua deterioração ou sua tendência à obsolência.
DÍVIDA
Obrigação de pagar algum valor a outra pessoa ou entidade ou o valor que é objeto de tal obrigação. Esse termo se refere, também, ao conjunto de instrumentos que possibilitam obter capital - com a obrigação de devolução posterior e, em geral, com acréscimos - para criar ou ampliar uma atividade econômica.
DÉBITO - Valor que um indivíduo ou entidade tem de pagar a um terceiro.
PASSIVO - Conjunto das dívidas, encargos e obrigações de uma pessoa ou entidade.
RETORNO SOBRE INVESTI,MENTO
Lucro ou valor excedente total gerado, depois de determinado tempo, por uma atividade financeira, além do capital que foi empregado, ou investido, para conseguir realizá-la.
RISCO
Em economia, é a possibilidade, incerta mais previsível, de que eventos futuros possam ocasionar perda de parte ou de todo o capital usado em determinada atividade econômica.
RISCO-PAÍS - Conceito que diz repeito ao grau de incerteza associado a investimentos feitos em determinado país que abrange riscos mercadológicos, jurídicos, climáticos e sociais, entre outros. No Brasil, é frequentemente confundido com um índice financeiro elaborado pelo banco J.P. Morgan, chamado Emerging Markets Bond Index, ou seja, Índice de Bônus dos Mercados Emergentes, que mede o grau de risco de não pagamento de títulos da dívida externa emitidos por governos de países emergentes, com base nas transações que envolvem esses títulos em bolsas nos Estados Unidos.
sexta-feira, 16 de junho de 2017
CURSO DE LIDERANÇA E FORMAÇÃO POLÍTICA - MÓDULO ECONOMIA - 6ª AULA
BENS
Algo que tem valor e que é, portanto, objeto de estudo econômico. A posse do bem está implícita nesse conceito, ou seja, o fato de pertencer a um indivíduo ou entidade e, portanto, poder ser objeto de uma transação. Há vários tipos de bens e diversas maneiras de categorizá-los. Uma geladeira, por exemplo, é um bem de consumo (destinado ao consumo direto das pessoas) e, ao mesmo tempo, um bem mobiliário ou móvel (que pode ser deslocado ou transportado sem alteração de sua forma ou substância). Seguem termos econômicos usados para descrever bens de acordo com sua função no processo econômico:
ATIVOS - Bens que pertencem a uma empresa e, portanto, estão sendo utilizados para alguma atividade econômica.
CAPITAL - Bens que podem ser empregados em alguma atividade econômica por indivíduos ou empresas. Deriva da palavra "cabeça" em latim ("capita"), remontando à época anterior à existência da moeda, quando valores eram contabilizados pelo equivalente em cabeças de gado. Os ativos ou capitais dividem-se em dois tipos na contabilidade. Circulante é a parcela dos ativos ou do capital que precisa ser movimentada para viabilizar a atividade econômica.Ou seja, são os valores que mudam de forma rapidamente. Numa loja, o capital circulante - também chamado de ativo operacional, capital de giro e capital flutuante - inclui o valor das mercadorias em estoque (que viram dinheiro quando há uma venda) e o dinheiro na caixa registradora, entre outros. Capital fixo é a parcela dos ativos ou do capital que não é movimentada. Numa loja, a caixa registradora, os balcões e as prateleiras são exemplos de ativo fixo ou capital fixo.
CRÉDITO - Valor - bem material, serviço ou moeda - que um indivíduo ou entidade tem direito a receber de um terceiro.
PATRIMÔNIO - Literalmente, significa "herança paterna" e caracteriza o conjunto de bens que pertence a um indivíduo, família, entidade ou estado, sendo ou não usados em atividades econômicas.
PROPRIEDADE - Domínio legitimado sobre uma coisa de valor, como um terreno ou máquina, por um indivíduo ou uma organização. Atualmente, um conceito correlato é o de propriedade intelectual, o domínio exclusivo e legítimo sobre uma ideia e suas aplicações exercido por quem a concebeu. Alguns tipos de propriedade intelectual são os direitos autorais sobre obras artísticas ou científicas, patentes de invenções e marcas comerciais. Patente foi um conceito criado com o advento da Revolução Industrial, significando que a pessoa ou empresa que inventou ou desenvolveu um avanço tecnológico tem o direito econômico sobre a produção e a comercialização daquele bem.
OFERTA
É a quantidade dos bens ou serviços disponíveis para ser comprados. Pelo raciocínio econômico da concorrência, quanto mais de determinado recurso está disponível, mais seu preço tende a cair.
PROCURA
É a quantidade de bens materiais ou serviços necessitados ou desejados. Quando a procura por uma mercadoria é maior do que a oferta, seu preço tende a subir.
CONSUMO - Utilização direta dos bens pelos indivíduos de forma a satisfazer suas necessidades ou desejos pessoais.
Algo que tem valor e que é, portanto, objeto de estudo econômico. A posse do bem está implícita nesse conceito, ou seja, o fato de pertencer a um indivíduo ou entidade e, portanto, poder ser objeto de uma transação. Há vários tipos de bens e diversas maneiras de categorizá-los. Uma geladeira, por exemplo, é um bem de consumo (destinado ao consumo direto das pessoas) e, ao mesmo tempo, um bem mobiliário ou móvel (que pode ser deslocado ou transportado sem alteração de sua forma ou substância). Seguem termos econômicos usados para descrever bens de acordo com sua função no processo econômico:
ATIVOS - Bens que pertencem a uma empresa e, portanto, estão sendo utilizados para alguma atividade econômica.
CAPITAL - Bens que podem ser empregados em alguma atividade econômica por indivíduos ou empresas. Deriva da palavra "cabeça" em latim ("capita"), remontando à época anterior à existência da moeda, quando valores eram contabilizados pelo equivalente em cabeças de gado. Os ativos ou capitais dividem-se em dois tipos na contabilidade. Circulante é a parcela dos ativos ou do capital que precisa ser movimentada para viabilizar a atividade econômica.Ou seja, são os valores que mudam de forma rapidamente. Numa loja, o capital circulante - também chamado de ativo operacional, capital de giro e capital flutuante - inclui o valor das mercadorias em estoque (que viram dinheiro quando há uma venda) e o dinheiro na caixa registradora, entre outros. Capital fixo é a parcela dos ativos ou do capital que não é movimentada. Numa loja, a caixa registradora, os balcões e as prateleiras são exemplos de ativo fixo ou capital fixo.
CRÉDITO - Valor - bem material, serviço ou moeda - que um indivíduo ou entidade tem direito a receber de um terceiro.
PATRIMÔNIO - Literalmente, significa "herança paterna" e caracteriza o conjunto de bens que pertence a um indivíduo, família, entidade ou estado, sendo ou não usados em atividades econômicas.
PROPRIEDADE - Domínio legitimado sobre uma coisa de valor, como um terreno ou máquina, por um indivíduo ou uma organização. Atualmente, um conceito correlato é o de propriedade intelectual, o domínio exclusivo e legítimo sobre uma ideia e suas aplicações exercido por quem a concebeu. Alguns tipos de propriedade intelectual são os direitos autorais sobre obras artísticas ou científicas, patentes de invenções e marcas comerciais. Patente foi um conceito criado com o advento da Revolução Industrial, significando que a pessoa ou empresa que inventou ou desenvolveu um avanço tecnológico tem o direito econômico sobre a produção e a comercialização daquele bem.
OFERTA
É a quantidade dos bens ou serviços disponíveis para ser comprados. Pelo raciocínio econômico da concorrência, quanto mais de determinado recurso está disponível, mais seu preço tende a cair.
PROCURA
É a quantidade de bens materiais ou serviços necessitados ou desejados. Quando a procura por uma mercadoria é maior do que a oferta, seu preço tende a subir.
CONSUMO - Utilização direta dos bens pelos indivíduos de forma a satisfazer suas necessidades ou desejos pessoais.
segunda-feira, 12 de junho de 2017
CURSO DE LIDERANÇA E FORMAÇÃO POLÍTICA - MÓDULO ECONOMIA - 5ª AULA
MICROECONOMIA
Microeconomia é a parte da ciência econômica que estuda as características e o comportamento de cada agente econômico - ou seja, de cada produtor, trabalhador, comerciante e consumidor - nas relações econômicas que tem com os demais e no contexto de cada transação que efetua.
MERCADO
Lugar público onde se compram e vendem bens. Em economia, a palavra não se refere a um lugar físico, mas à esfera de relações econômicas de compra e venda de bens e serviços. O termo também pode ser usado para descrever as trocas envolvendo um tipo específico de bem ou serviço. O mercado de trabalho, por exemplo, é toda a procura de patrões por empregados, e destes por ocupação ou emprego, que se dá em determinada região.
CONCORRÊNCIA
Concorrência ou competição é um conceito da ciência econômica que diz respeito à escassez geral dos recursos de que todos os seres humanos dependem para sobreviver ou prosperar, bem como à consequente necessidade de competirem uns com os outros para obtê-los. As pessoas concorrem por trabalho, as empresas disputam clientes e os Estados lutam por riqueza e poder. Os mercados constituídos por muitos produtores, como o de hortifrutigranjeiros ou o de corte de cabelo, são chamados mercados concorrenciais. As situações em que não há concorrência são caracterizadas da seguinte forma:
MONOPÓLIO - Situação que se configura quando um único indivíduo ou uma instituição tem domínio completo do mercado de determinado bem ou serviço. Num monopólio de fato, esse domínio é resultado do gradual afastamento dos concorrentes mais fracos e da criação de barreiras que impedem novos concorrentes de competir. Já num monopólio legal, o domínio é concedido pelo governo. A produção de petróleo no Brasil, por exemplo, tornou-se um monopólio legal com a criação da Petróleo Brasileiro S.A., em 1953, e ficou assim até 1995. Mais de 20 anos depois do fim do monopólio legal, 98,2% do petróleo extraído no Brasil é da Petrobrás, o que constitui um monopólio de fato.
OLIGOPÓLIO - Domínio completo do mercado de determinado bem ou serviço exercido por um número muito reduzido de indivíduos ou instituições. O crescimento no número de oligopólios em diferentes setores é uma das características atuais da economia mundial. Com a ampliação da circulação de capitais pelo mercado global, grandes grupos econômicos se fundem e se tornam conglomerados que dominam segmentos de mercado em diversos países, num processo de internacionalização da economia.
Microeconomia é a parte da ciência econômica que estuda as características e o comportamento de cada agente econômico - ou seja, de cada produtor, trabalhador, comerciante e consumidor - nas relações econômicas que tem com os demais e no contexto de cada transação que efetua.
MERCADO
Lugar público onde se compram e vendem bens. Em economia, a palavra não se refere a um lugar físico, mas à esfera de relações econômicas de compra e venda de bens e serviços. O termo também pode ser usado para descrever as trocas envolvendo um tipo específico de bem ou serviço. O mercado de trabalho, por exemplo, é toda a procura de patrões por empregados, e destes por ocupação ou emprego, que se dá em determinada região.
CONCORRÊNCIA
Concorrência ou competição é um conceito da ciência econômica que diz respeito à escassez geral dos recursos de que todos os seres humanos dependem para sobreviver ou prosperar, bem como à consequente necessidade de competirem uns com os outros para obtê-los. As pessoas concorrem por trabalho, as empresas disputam clientes e os Estados lutam por riqueza e poder. Os mercados constituídos por muitos produtores, como o de hortifrutigranjeiros ou o de corte de cabelo, são chamados mercados concorrenciais. As situações em que não há concorrência são caracterizadas da seguinte forma:
MONOPÓLIO - Situação que se configura quando um único indivíduo ou uma instituição tem domínio completo do mercado de determinado bem ou serviço. Num monopólio de fato, esse domínio é resultado do gradual afastamento dos concorrentes mais fracos e da criação de barreiras que impedem novos concorrentes de competir. Já num monopólio legal, o domínio é concedido pelo governo. A produção de petróleo no Brasil, por exemplo, tornou-se um monopólio legal com a criação da Petróleo Brasileiro S.A., em 1953, e ficou assim até 1995. Mais de 20 anos depois do fim do monopólio legal, 98,2% do petróleo extraído no Brasil é da Petrobrás, o que constitui um monopólio de fato.
OLIGOPÓLIO - Domínio completo do mercado de determinado bem ou serviço exercido por um número muito reduzido de indivíduos ou instituições. O crescimento no número de oligopólios em diferentes setores é uma das características atuais da economia mundial. Com a ampliação da circulação de capitais pelo mercado global, grandes grupos econômicos se fundem e se tornam conglomerados que dominam segmentos de mercado em diversos países, num processo de internacionalização da economia.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
CURSO DE LIDERANÇA E FORMAÇÃO POLÍTICA - MÓDULO ECONOMIA - 4ª AULA
PRÊMIO NOBEL DE ECONOMIA
Principal distinção internacional aos estudiosos da área, o Prêmio Nobel de Economia foi, na verdade, criado em 1968 pelo banco central da Suécia, que paga os ganhadores. É o único prêmio que não foi instituído por Alfred Nobel. A escolha dos laureados é feita pela Academia Real de Ciências da Suécia, que concede o prêmio "Sveriges Riskbank" (o nome do banco central sueco) "em memória" de Alfred Nobel. Sua entrega é feita com a dos demais prêmios Nobel.
VENCEDORES DOS ÚLTIMOS 15 ANOS E O MOTIVO DA PREMIAÇÃO
2002 - Daniel Kahneman, psicólogo e matemático israelense e norte-americano; Vernon L. Smith, economista e professor norte-americano - Por ter integrado insights da pesquisa em psicologia na ciência econômica, especialmente no que concerne ao julgamento humano e nas tomadas de decisão em situações de incerteza. (Kahneman) - Por ter estabelecido experimentos laboratoriais como uma ferramenta para a análise econômica empírica, especialmente no estudo de mecanismos de mercado alternativos. (Smith)
2003 - Robert F. Engle III, economista e professor norte-americano; Clive W. J. Granger, economista e professor britânico - Pelo desenvolvimento de métodos de análise econômica de séries temporais considerando-se a volatilidade com a variação do tempo (Engle) e as tendências comuns (cointegração) (Granger).
2004 - Finn E. Kydland, economista e professor norueguês; Edward C. Prescott, economista e professor norte-americano - Por suas contribuições para a macroeconomia dinâmica: a consistência da política econômica no decorrer do tempo e as forças motrizes por trás dos ciclos de negócios.
2005 - Robert J. Aumann, economista, matemático e professor israelense e norte-americano; Thomas C. Schelling, economista e professor norte-americano - Por ampliar nossa compreensão a respeito de conflito e cooperação por meio da análise da Teoria dos Jogos.
2006 - Edmund S. Phelps, economista norte-americano - Por sua análise dos efeitos das trocas no decorrer do tempo na política macroeconômica.
2007 - Leonid Hurwicz, Eric S. Maskin e Roger B. Myerson, economistas e professores norte-americanos - Por ter estabelecido as bases da Teoria do Desenho dos Mecanismos (de mercado).
2008 - Paul Krugman, economista e professor norte-americano - Por sua análise dos padrões do comércio e da localização da atividade econômica (na globalização).
2009 - Elinor Ostrom, professora de ciência política norte-americana; Oliver E. Williamson, economista e professor norte-americano - Por suas análises da governança econômica, especialmente sobre propriedades compartilhadas (Ostrom) e sobre a resolução de conflitos entre empresas (Williamson).
2010 - Peter A. Diamond e Dale T. Mortensen, economistas e professores norte-americanos; Chistopher A. Pissarides, economista e professor cipriota - Por suas análises dos mercados e de como as políticas e normas regulatórias afetam o nível de emprego e os salários.
2011 - Thomas J. Sargent e Chistopher A. Sims, economistas e professores norte-americanos - Por suas pesquisas empíricas sobre as causas e os efeitos na macroeconomia.
2012 - Alvin E. Roth e Lloyd S. Shapley, economistas e professores norte-americanos - Pelo desenvolvimento da Teoria das alocações estáveis e da prática de modelo de mercado, trabalhos sobre como associar os agentes econômicos.
2013 - Eugene F. Fama, Lars Peter Hansen e Robert J. Shiller, economistas norte-americanos - Por suas análises empíricas dos preços de ativos e seu trabalho pioneiro em identificar as tendências nos mercados financeiros.
2014 - Jean Tirole, economista e professor francês - Por seu trabalho sobre análise do poder e regulação de mercado.
2015 - Angus Deaton, economista e professor escocês (com cidadania britânica e norte-americana) - Por sua análise
do consumo, pobreza e bem-estar, que ajudou governos a melhorar suas políticas
por meio de ferramentas como pesquisas residenciais e alterações tributárias.
2016 - Oliver Hart, economista e professor britânico; Bengt Holmström, economista e professor finlandês - por suas contribuições para a teoria dos contratos, que têm múltiplas aplicações em diversos contextos da vida real.
Principal distinção internacional aos estudiosos da área, o Prêmio Nobel de Economia foi, na verdade, criado em 1968 pelo banco central da Suécia, que paga os ganhadores. É o único prêmio que não foi instituído por Alfred Nobel. A escolha dos laureados é feita pela Academia Real de Ciências da Suécia, que concede o prêmio "Sveriges Riskbank" (o nome do banco central sueco) "em memória" de Alfred Nobel. Sua entrega é feita com a dos demais prêmios Nobel.
VENCEDORES DOS ÚLTIMOS 15 ANOS E O MOTIVO DA PREMIAÇÃO
2002 - Daniel Kahneman, psicólogo e matemático israelense e norte-americano; Vernon L. Smith, economista e professor norte-americano - Por ter integrado insights da pesquisa em psicologia na ciência econômica, especialmente no que concerne ao julgamento humano e nas tomadas de decisão em situações de incerteza. (Kahneman) - Por ter estabelecido experimentos laboratoriais como uma ferramenta para a análise econômica empírica, especialmente no estudo de mecanismos de mercado alternativos. (Smith)
2003 - Robert F. Engle III, economista e professor norte-americano; Clive W. J. Granger, economista e professor britânico - Pelo desenvolvimento de métodos de análise econômica de séries temporais considerando-se a volatilidade com a variação do tempo (Engle) e as tendências comuns (cointegração) (Granger).
2004 - Finn E. Kydland, economista e professor norueguês; Edward C. Prescott, economista e professor norte-americano - Por suas contribuições para a macroeconomia dinâmica: a consistência da política econômica no decorrer do tempo e as forças motrizes por trás dos ciclos de negócios.
2005 - Robert J. Aumann, economista, matemático e professor israelense e norte-americano; Thomas C. Schelling, economista e professor norte-americano - Por ampliar nossa compreensão a respeito de conflito e cooperação por meio da análise da Teoria dos Jogos.
2006 - Edmund S. Phelps, economista norte-americano - Por sua análise dos efeitos das trocas no decorrer do tempo na política macroeconômica.
2007 - Leonid Hurwicz, Eric S. Maskin e Roger B. Myerson, economistas e professores norte-americanos - Por ter estabelecido as bases da Teoria do Desenho dos Mecanismos (de mercado).
2008 - Paul Krugman, economista e professor norte-americano - Por sua análise dos padrões do comércio e da localização da atividade econômica (na globalização).
2009 - Elinor Ostrom, professora de ciência política norte-americana; Oliver E. Williamson, economista e professor norte-americano - Por suas análises da governança econômica, especialmente sobre propriedades compartilhadas (Ostrom) e sobre a resolução de conflitos entre empresas (Williamson).
2010 - Peter A. Diamond e Dale T. Mortensen, economistas e professores norte-americanos; Chistopher A. Pissarides, economista e professor cipriota - Por suas análises dos mercados e de como as políticas e normas regulatórias afetam o nível de emprego e os salários.
2011 - Thomas J. Sargent e Chistopher A. Sims, economistas e professores norte-americanos - Por suas pesquisas empíricas sobre as causas e os efeitos na macroeconomia.
2012 - Alvin E. Roth e Lloyd S. Shapley, economistas e professores norte-americanos - Pelo desenvolvimento da Teoria das alocações estáveis e da prática de modelo de mercado, trabalhos sobre como associar os agentes econômicos.
2013 - Eugene F. Fama, Lars Peter Hansen e Robert J. Shiller, economistas norte-americanos - Por suas análises empíricas dos preços de ativos e seu trabalho pioneiro em identificar as tendências nos mercados financeiros.
2014 - Jean Tirole, economista e professor francês - Por seu trabalho sobre análise do poder e regulação de mercado.
2016 - Oliver Hart, economista e professor britânico; Bengt Holmström, economista e professor finlandês - por suas contribuições para a teoria dos contratos, que têm múltiplas aplicações em diversos contextos da vida real.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
CURSO DE LIDERANÇA E FORMAÇÃO POLÍTICA - MÓDULO ECONOMIA - 3ª AULA
GLOBALIZAÇÃO
O atual período da vida econômica mundial é chamado de globalização, cuja característica central é a interdependência entre os atores econômicos globais - governos, empresas e movimentos sociais. Seu início é marcado simbolicamente pela queda do Muro de Berlim, em 1989, e pela derrocada dos regimes comunistas, cujos países foram, nos anos seguintes, integrando-se ao mercado global. A revolução tecnológica dos anos 1990, especialmente nas telecomunicações, potencializou as possibilidades de integração econômica à distância. A internet revelou-se uma inovadora tecnologia de comunicação. Nesse cenário, houve uma circulação mais veloz de capital pelo globo (facilitando os investimentos diretos e os movimentos especulativos), e as cadeias produtivas se espalharam pelo globo, com empresas transferidas (relocalizadas) para países com menor custo de produção (salários, impostos, etc).
O pensamento econômico dominante em escala mundial é chamado de neoliberalismo, também conhecido como Consenso de Washington. Seus principais preceitos são a desregulamentação da economia, a livre circulação de capitais, as privatizações e a redução da participação do Estado na vida econômica. Essa linha começou a ser implantada no governo britânico de Margareth Thatcher, iniciado em 1979. A expressão Consenso de Washington foi criada em 1989, pelo economista John Williamson, quando relacionou as diretrizes que o governo dos EUA preconizava para a aplicação nos países da América Latina.
A globalização é um período de crescimento da produção e do comércio mundiais. Mas a riqueza concentra-se num pequeno grupo de países, e isso reforça a desigualdade entre as nações. Atualmente, os países emergentes, sobretudo a China, tentam mudar essa relação.
TRABALHO
Aplicação da energia humana, do esforço individual, a uma atividade física ou intelectual com objetivo produtivo. Numa sociedade organizada pelo mercado, como a em que vivemos, os seres humanos, quando trabalham, não produzem só coisas úteis, mas criam também valor econômico.
TAXA DE DESEMPREGO - Os indicadores têm diferentes critérios, mas, como definição geral, é um índice que mostra a parcela das pessoas que gostariam de ter trabalho ou emprego, mas não conseguem encontrá-lo.
TRABALHO FÍSICO - Ou trabalho manual é caracterizado pela predominância do uso do corpo e das habilidades e competências motoras para criar valor.
TRABALHO INTELECTUAL - É o esforço caracterizado pela predominância do uso da mente e das habilidades e competências cognitivas para criar valor.
O atual período da vida econômica mundial é chamado de globalização, cuja característica central é a interdependência entre os atores econômicos globais - governos, empresas e movimentos sociais. Seu início é marcado simbolicamente pela queda do Muro de Berlim, em 1989, e pela derrocada dos regimes comunistas, cujos países foram, nos anos seguintes, integrando-se ao mercado global. A revolução tecnológica dos anos 1990, especialmente nas telecomunicações, potencializou as possibilidades de integração econômica à distância. A internet revelou-se uma inovadora tecnologia de comunicação. Nesse cenário, houve uma circulação mais veloz de capital pelo globo (facilitando os investimentos diretos e os movimentos especulativos), e as cadeias produtivas se espalharam pelo globo, com empresas transferidas (relocalizadas) para países com menor custo de produção (salários, impostos, etc).
O pensamento econômico dominante em escala mundial é chamado de neoliberalismo, também conhecido como Consenso de Washington. Seus principais preceitos são a desregulamentação da economia, a livre circulação de capitais, as privatizações e a redução da participação do Estado na vida econômica. Essa linha começou a ser implantada no governo britânico de Margareth Thatcher, iniciado em 1979. A expressão Consenso de Washington foi criada em 1989, pelo economista John Williamson, quando relacionou as diretrizes que o governo dos EUA preconizava para a aplicação nos países da América Latina.
A globalização é um período de crescimento da produção e do comércio mundiais. Mas a riqueza concentra-se num pequeno grupo de países, e isso reforça a desigualdade entre as nações. Atualmente, os países emergentes, sobretudo a China, tentam mudar essa relação.
TRABALHO
Aplicação da energia humana, do esforço individual, a uma atividade física ou intelectual com objetivo produtivo. Numa sociedade organizada pelo mercado, como a em que vivemos, os seres humanos, quando trabalham, não produzem só coisas úteis, mas criam também valor econômico.
TAXA DE DESEMPREGO - Os indicadores têm diferentes critérios, mas, como definição geral, é um índice que mostra a parcela das pessoas que gostariam de ter trabalho ou emprego, mas não conseguem encontrá-lo.
TRABALHO FÍSICO - Ou trabalho manual é caracterizado pela predominância do uso do corpo e das habilidades e competências motoras para criar valor.
TRABALHO INTELECTUAL - É o esforço caracterizado pela predominância do uso da mente e das habilidades e competências cognitivas para criar valor.
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